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VII CONGRESSO PORTUGUÊS DE SOCIOLOGIA

PARA O VII CONGRESSO PORTUGUÊS DE SOCIOLOGIA

Ficha Técnica:

Organização e Edição:
Associação Portuguesa de Sociologia
Av. Prof. Aníbal de Bettencourt, 9
1600-189 Lisboa
Tel: 217804738 / Fax: 217940274 / E-mail: aps@aps.pt / http://www.aps.pt

Produção técnica:
Plug & Play
Rua José Augusto Coelho nº 117
2925-543 Azeitão
Tel: 210 854 236 / Fax: 210 854 236 / http://www.plugeplay.com

ISBN: 978-989-97981-0-6

Depósito legal: 281456/08

Requisitos Mínimos:
Windows XP ou superior.
Adobe Acrobat Reader

©Associação Portuguesa de Sociologia – Lisboa, 2012

Associação Portuguesa de Sociologia

 

Como referenciar os textos desta edição

SOBRENOME DO AUTOR, Prenome(s) (2012). Título do texto. in Atas do VII Congresso Português de Sociologia, Lisboa: APS. ISBN: 978-989-97981-0-6. Disponível em http://www.aps.pt/vii_congresso/?area=016&lg=pt. Acesso em: Dia mês (abreviado) ano.

Pesquisa:

Resultados da pesquisa por: «Estratégias»

PAP1075 - CONVIVÊNCIA COM O SEMIÁRIDO: Desafios e possibilidades de uma comunidade rural
Resumo de PAP1075 - CONVIVÊNCIA COM O SEMIÁRIDO: Desafios e possibilidades de uma comunidade rural PAP1075 - CONVIVÊNCIA COM O SEMIÁRIDO: Desafios e possibilidades de uma comunidade rural
PAP1075 - CONVIVÊNCIA COM O SEMIÁRIDO: Desafios e possibilidades de uma comunidade rural

Este estudo apresenta o resultado de uma pesquisa realizada com lideranças de comunidades rurais em um município do semiárido brasileiro localizado no estado da Paraíba. O objetivo desta pesquisa foi verificar qual era a percepção das lideranças sobre o meio rural local, de modo a identificar os seus principais pontos positivos e negativos. Além disso, buscou-se conhecer algumas estratégias para a melhor convivência com o semiárido. Utilizou-se como metodologia a pesquisa bibliográfica e a pesquisa documental para coletar os dados secundários, para coletar dados primários utilizou-se a discussão em grupo focal com 16 lideranças, separados em 04 subgrupos. Estes participantes discutiram entre si como estava o cenário da zona rural em que viviam, elencando os principais pontos positivos e negativos, em um segundo momento solicitou-se que cada grupo pensasse estratégias de convivência com o semiárido, ao final de cada etapa os resultados eram apresentados para todos os grupos e debatido. Por fim, estes dados foram reunidos e a análise dos dados foi feita utilizando a análise de conteúdo pôr eixo temático, onde, através do agrupamento das falas dos respondentes traçou-se uma interpretação da realidade da comunidade rural com relação aos objetivos propostos. Como resultados destacam-se o grande interesse das lideranças em melhorar a qualidade de vida da região em que habitam, otimizando o uso dos recursos naturais e evitando a degradação ambiental. Notou-se também uma grande preocupação com a juventude rural, onde foram sugeridos mais investimentos em políticas públicas direcionadas a educação, ao lazer e a qualificação profissional. Outro aspecto bem representativo encontrado na analise dos dados foi à necessidade de organização comunitária para a conquista de melhorias para as comunidades rurais. Desta forma, existe um interesse das lideranças em atuar proativamente junto as suas comunidades, entretanto, para vencer os desafios levantados é necessário criar estratégias para melhor aproveitar os pontos positivos e corrigir os pontos negativos. Dentre os relatos coletados foi possível notar um certo desconforto com a realidade atual em que estão vivendo, pois, a manutenção das famílias na zona rural tem sido um desafio as vezes intransponível, obrigando várias famílias a abandonar o meio rural, no entanto existem boas perspectivas para o futuro e a convivência com o semiárido é algo viável e capaz de garantir a permanência das famílias no meio rural de forma digna.
  •  SÁ, Vinícius Claudino de CV - Não disponível 
  •  SOUZA, Bartolomeu Israel de CV - Não disponível 

PAP0011 - Da metáfora da rede aos parceiros em rede: Uma leitura sobre o que mudou no combate à pobreza e à exclusão social na sequência da implementação do programa Rede Social em Portugal.
Resumo de PAP0011 - Da metáfora da rede aos parceiros em rede: Uma leitura sobre o que mudou no combate à pobreza e à exclusão social na sequência da implementação do programa Rede Social em Portugal.  PAP0011 - Da metáfora da rede aos parceiros em rede: Uma leitura sobre o que mudou no combate à pobreza e à exclusão social na sequência da implementação do programa Rede Social em Portugal.
PAP0011 - Da metáfora da rede aos parceiros em rede: Uma leitura sobre o que mudou no combate à pobreza e à exclusão social na sequência da implementação do programa Rede Social em Portugal.

Constitui propósito desta comunicação partilhar um conjunto de reflexões em torno de alguns resultados obtidos no combate à pobreza e à exclusão social, na sequência da implementação do programa Rede Social em Portugal. Como o título sugere, partir-se-á de uma breve explanação do conceito de rede, nas suas diferentes acepções, espelhadas em variadíssimas propostas conceptuais de índole sociológica, para, posteriormente, o discutir por relação aos seus significados e traduções empíricas no domínio do trabalho em rede entre parceiros, em torno de projectos locais de combate à pobreza e à exclusão social. Com recurso a um conjunto de dados empíricos decorrentes de uma investigação recentemente concluída e convertida em tese de doutoramento , procuraremos ilustrar alguns resultados e mudanças operadas em determinados territórios, destacando em particular as dinâmicas e os impactos gerados a partir de projectos locais promotores de emprego e de empreendedorismo. A ênfase da nossa análise será dirigida a alguns projectos locais que, potenciando o trabalho em rede e envolvendo, por exemplo, actores ligados ao universo das empresas, tendem a constituir soluções complementares e de suporte às políticas globais definidas a nível nacional e internacional para o combate à pobreza e à exclusão social. Muitos desses projectos traduzem-se em estratégias territorializadas para o desenvolvimento local particularmente bem sucedidas, sobretudo nos casos em que o carácter pró-activo, inovador e eficiente na gestão dos recursos locais e na assunção partilhada das responsabilidades entre actores, produzem benefícios não desprezíveis à escala local, em particular nos territórios de baixa densidade demográfica e economicamente vulneráveis.
  • ALVES, João Emílio CV de ALVES, João Emílio
- João Emílio Alves
- Doutor em Sociologia pelo ISCTE-IUL;
- Investigador integrado e Coordenador do Núcleo de Estudos para a Intervenção Social, Educação e Saúde do Centro Interdisciplinar de Investigação e Inovação do Instituto Politécnico de Portalegre (NEISES/C3I-IPP);
- Investigador colaborador do Centro de Investigação e Estudos de Sociologia- Instituto Universitário de Lisboa (CIES-IUL);
- Áreas de interesse e investigação: Políticas sociais, Pobreza e Exclusão Social, Desenvolvimento local, Planeamento regional e em educação, Avaliação de projectos.

PAP0508 - Grupo de Trabalho Estudos ciganos em Portugal - Relações Interétnicas, Dinâmicas Sociais e Estratégias Identitárias de uma Família Cigana Portuguesa – 1827 – 1957
Resumo de PAP0508 - Grupo de Trabalho Estudos ciganos em Portugal - Relações Interétnicas, Dinâmicas Sociais e Estratégias Identitárias de uma Família Cigana Portuguesa – 1827 – 1957 PAP0508 - Grupo de Trabalho Estudos ciganos em Portugal - Relações Interétnicas, Dinâmicas Sociais e Estratégias Identitárias de uma Família Cigana Portuguesa – 1827 – 1957
PAP0508 - Grupo de Trabalho Estudos ciganos em Portugal - Relações Interétnicas, Dinâmicas Sociais e Estratégias Identitárias de uma Família Cigana Portuguesa – 1827 – 1957

Grupo de Trabalho Estudos ciganos em Portugal. Relações Interétnicas, Dinâmicas Sociais e Estratégias Identitárias de uma Família Cigana Portuguesa são estudadas desde 1827 – ano do nascimento de Manuel António Botas – até 1957, ano do falecimento de António Maia, neto deste, e filho de Maria da Conceição de Sousa e Botas. As histórias de vida destes três indivíduos pertencentes a uma família cigana lisboeta são investi¬gadas a partir dos relatos orais de membros desta família; do jazigo de família; dos registos paroquiais de batismo, casamento e óbito; dos jornais relativos aos períodos que medeiam aquelas datas; dos arquivos militares e da Liga dos Combatentes da Grande Guerra. Estas fontes foram instru¬mentalizadas de maneira a possibilitar e a inter-rela¬cio¬nar categorias de informa¬ção que permitiram, através da sua triangulação, a consoli¬da¬ção, descoberta e a criação de novos conhecimentos. Nascido dois anos depois do primeiro quartel do século XIX, Manuel António Botas foi bandarilheiro, diretor de corridas, guitarrista, amigo da Severa e do Conde de Anadia, entre outros. A sua participação pessoal e, sobretudo, profissional na sociedade oitocentista portuguesa influenciou a geração do seu tempo e as vindouras. A sua filha, Maria da Conceição de Sousa e Botas, casou pela igreja católica e de acordo com a Lei cigana, com um cigano, José Paulos Botas, com quem conceberia oitos filhos. Tia Chata, nome pelo qual viria a ser conhecida na idade adulta, transformou-se numa mulher de respeito. Um dos seus filhos, António Maia, casou com uma jovem cigana que não seria, segundo os testemunhos, o amor da sua vida. Foi combatente na Primeira Grande Guerra, vindo a falecer, vítima de gases nela inalados. A sua atividade política/social/económica/profissional e, sobretudo, a mediação cultural fize¬ram dele um tradutor-intérprete intra/intercultural. As dinâmicas sociais, culturais e étnicas desenvolvidas por estes três indivíduos, e a sua família, foram objeto de investigação de forma a compreender a pluralidade das suas pertenças étnicas através dos contrastes e continuidades, nas suas dimensões sociais e culturais, com a restante sociedade portuguesa.
  • SOUSA, Carlos Jorge dos Santos CV de SOUSA, Carlos Jorge dos Santos
Nome: Sousa, Carlos Jorge dos Santos

Afiliação institucional: CEMRI – Centro de Estudos das Migrações e das Relações Interculturais – Universidade de Lisboa

Área de formação: Doutoramento em Sociologia (Especialidade em Relações Interculturais)
Interesses de investigação: Cultura, Etnicidade, Trajetórias, Narrativas e Identidades
Outros interesses:
· A50 - Sociologia
· A91 - Ciência Política
· B12 - Políticas Educativas
· C03 - Conceção e Organização de Projetos Educativos
· D02 - Educação e Multiculturalidade
· D05 - Relações Entre Educação e Sociedade
(Formador creditado pelo Conselho Cientifico e Pedagógico da Formação Continua (CCPFC/RFO-14653/02)

PAP0022 - OS PROCESSOS DE (IN) VISIBILIDADE SOCIAL DAS ESTRATÉGIAS DE (RE) ESTRUTURAÇÃO URBANA
Resumo de PAP0022 - OS PROCESSOS DE (IN) VISIBILIDADE SOCIAL DAS ESTRATÉGIAS DE (RE) ESTRUTURAÇÃO URBANA PAP0022 - OS PROCESSOS DE (IN) VISIBILIDADE SOCIAL DAS ESTRATÉGIAS DE (RE) ESTRUTURAÇÃO URBANA
PAP0022 - OS PROCESSOS DE (IN) VISIBILIDADE SOCIAL DAS ESTRATÉGIAS DE (RE) ESTRUTURAÇÃO URBANA

Assumindo que as cidades são locais estratégicos de desenvolvimento económico e social, mas também de conflito, contestação e diversidade, num mundo que se quer global, porque insistem as políticas públicas de intervenção urbanística em ordenar, higienizar e pacificar o espaço urbano de forma uniforme? Este é o ponto de partida para uma análise da relação entre estratégias de (re) estruturação urbana, a produção e uso do espaço recorrendo à análise de referências bibliográficas acerca do tema. Esta é também a questão de base do projecto de doutoramento da autora deste artigo. O foco de análise desta questão é a intervenção urbanística de carácter enobrecedor do centro histórico do Porto, intervenção que se afigura como caracterizados pela imposição de usos do espaço orientados por lógicas hegemónicas de consumo do património e da cultura e de higienização da vida social. Esta imposição, via políticas e práticas de valorização do património, promoveria uma demarcação socio-espacial segregacionista da cidade. Do mesmo modo, a prática de resignificação dos usos e formas de apropriação do espaço delinearia processos de (in) visibilidade social. O mesmo quer dizer que, as políticas de intervenção urbana, ao imporem usos e significados dominantes aos diferentes lugares da cidade, definem quem são os usuários, visitantes e habitantes e os que não o são. Definem ainda que práticas são esperadas e por quem. A cidade planeada e ordenada seria então a cidade dos visíveis. Os outros, os não reconhecidos, não produziriam o espaço urbano. Contudo, estas imposições não terão como efeito o desaparecimento das desigualdades e a aniquilação dos conflitos. Coloca-se a hipótese de, pelo contrário, implicarem no surgimento de locus de disput
  • GUEDES, Inês Correia CV de GUEDES, Inês Correia
Formada em Psicologia pela FPCEUP, pré-especializou-se em Comportamentos Desviantes. Atualmente encontra-se a frequentar o Doutoramento em Sociologia no CES-UC . Interessa-se pelos seguintes temas: modos de vida urbanos, marginalidade, informalidade, (in)visibilidade social. Participou no Projecto AGIS em parceria com o GAT e o Centro de Ciências do Comportamento Desviante da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto. Atualmente trabalha com população em situação de exclusão social, nomeadamente, toxicodependentes, portadores de VIH-Sida e sem-abrigo. Iniciará durante este ano um Traineeship no EMCDDA, no departamento de IBS. Participou com comunicações nos seguintes congressos: XVII Seminário APEC, Congresso Internacional “Feminismo e Migração: Intervenção Social e Ação Política”.

PAP0690 - Reflexões estratégicas de desenvolvimento local no contexto da preservação da identidade de Penedos (Mértola).
Resumo de PAP0690 - Reflexões estratégicas de desenvolvimento local no contexto da preservação da identidade de Penedos (Mértola).  PAP0690 - Reflexões estratégicas de desenvolvimento local no contexto da preservação da identidade de Penedos (Mértola).
PAP0690 - Reflexões estratégicas de desenvolvimento local no contexto da preservação da identidade de Penedos (Mértola).

1. Enquadramento teórico A proposta em presença tem como objecto de estudo as questões da identidade e da memória de uma aldeia alentejana, enquanto território de partilha de uma comunidade rural, tendo em conta a participação estratégica dos actores locais. Estudaremos a partir daí, a sua relação com a terra, o quotidiano, a mudança, a organização social, a ruralidade, os factores portadores de futuro e novas propostas de desenvolvimento local, para territórios de baixa densidade. Em função do exposto, pretendemos encontrar formas contributivas para preservar a identidade da aldeia e concomitantemente encontrar conjuntamente com os actores locais territorializados, alternativas de desenvolvimento local, capazes de contrariar a tendência de despovoamento e empobrecimento territorial. 2. Metodologia Com este trabalho de investigação, que se insere no âmbito da Sociologia da Acção, será utilizada metodologicamente o MACTOR e a sua aplicabilidade na determinação da estratégia de actores e respectivas relações de forças com o território e o que a ele diz respeito e ainda a observação participante/método de pesquisa de terreno e consequentemente o inquérito por entrevista. 3. Enquadramento empírico Pretendendo-se aprofundar e conhecer os problemas da interioridade e abandono populacional, designadamente na aldeia de Penedos que se situa na margem direita do rio Guadiana, freguesia de S. Miguel do Pinheiro e concelho de Mértola, no Baixo Alentejo, integrando-se num dos territórios mais despovoados e envelhecidos do País, com todas as características que lhe são inerentes: êxodo rural, despovoamento, baixa natalidade, duplo envelhecimento, redução ou ausência de ofertas de serviços, entre outras. Neste trabalho procura-se uma participação efectiva dos actores locais, cujo objectivo é a elaboração de reflexões e propostas alternativas de desenvolvimento local que permitam às pessoas continuar no território, através da sua identidade e memória. Prevendo- se a realização de um filme e criar um museu, para além da valorização de tradições, de artes, de produtos locais e de outros elementos do saber-fazer a serem trabalhados junto dos actores locais que protagonizarão o processo de investigação-acção, com vista a atrair pessoas, criar riqueza e bem-estar e assim assegurar a sustentabilidade da aldeia de Penedos.
  • PEREIRA, Orlando Manuel Fonseca CV de PEREIRA, Orlando Manuel Fonseca
  • MARQUES, António Pedro Sousa CV de MARQUES, António Pedro Sousa
Orlando Manuel Fonseca Pereira, tema da comunicação. REFLEXÕES
ESTRATÉGICAS DE DESENVOLVIMENTO LOCAL NO CONTEXTO DA PRESERVAÇÃO DA
IDENTIDADE DE Penedos(MÉRTOLA)"

É secretário executivo da Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo
.Colaborador/ docente no Instituto Superior Manuel Teixeira Gomes de
Portimão/Grupo Lusófona.
Licenciado e Mestre em Sociologia (variante Recursos Humanos e
Desenvolvimento Sustentável), Pós-Graduado em Administração Pública e
Desenvolvimento Regional na Perspetiva das Comunidades
Europeias,Doutorando em Sociologia 2010/2013, pela Universidade Évora.
Temas de interesse - Planeamento,Desenvolvimento local, mundo rural
-sALVAR AS ALDEIAS E O INTERIOR. Autor de algumas obras e artigos
individual e coletivamente.
Alguns exemplos, designadamente: O Papel da Formação Autárquica no
Desenvolvimento Local: o caso particular do Pólo do CEFA em Beja,
Coimbra: 2001, (tese de mestrado), Reivindicações por um Alqueva
Humano - 1º Congresso de Demografia, participações conjuntas - "Além
da Água" e "Alqueva o centro do Mundo?", Contributos para um Modelo
de Desenvolvimento alternativo para territórios de baixa densidade,
entre outros. Obra de Poesia: Pedaços de Poesia Escorrendo
Amor.Exposição: Pedaços de Poesia Debaixo dos Pés.Participou em
estudos e grupos de trabalho - formação,planos integrados e programas
teritoriais de desenvolvimento, cartas educativas, redes culturais,
cooperação trasnacional e transfronteiriça, Quadros comunitários de
Apoio, QREN, Beja digital...
Nome:António Pedro Sousa Marques

Habilitações:Licenciatura em Sociologia (ISCTE-IUL); Mestrado em Sociologia do Território (ISCTE-IUL) ;Doutoramento em Sociologia (Universidade de Évora)

Profissão / Ocupação:Professor Universitário

Instituição /Empresa:Universidade de Évora, Escola de Ciências Sociais, Departamento de Sociologia

Cargo desempenhado:Professor Auxiliar Convidado

Outras informações relevantes:
Investigador Associado do CesNova/Universidade Nova de Lisboa
Interesses de investigação nas áreas do desenvolvimento local, estratégias de atores, territórios metropolitanos, territórios de baixa densidade e territórios transfronteiriços
Artigos publicados:
“Da construção do Espaço à Construção do Território”, Fluxos & Riscos, nº 1, Lisboa, Universi-dade Lusófona, 2011, pp.75-88
“Urbanismo e Planeamento Urbano”, Inuaf-Studia, Suplemento nº 16 – Gestão e Me-diação Imobiliária, Loulé, Instituto Universitário D. Afonso III, 2009, edição em CD-Rom
“Mudança Social, Modernidade e Globalização”, Inuaf-Studia, nº 5, Loulé, Instituto Universitário D. Afonso III, 2003, pp. 265-284

PAP0023 - visibilidade e invisibilidade social em contextos de reabilitação urbana
Resumo de PAP0023 - visibilidade e invisibilidade social em contextos de reabilitação urbana 
PAP0023 - visibilidade e invisibilidade social em contextos de reabilitação urbana

A cidade carrega consigo agentes com diferentes estatutos de reconhecimento simbólico e social. Existe uma cidade visível e uma invisível que se sobrepõem, coexistindo em conflito. Pretende-se com este trabalho ir à procura dessa cidade que não se (re)conhece, articulando concepções e usos do espaço urbano para revelar as forças de produção e reprodução sociais que marcam tanto a segregação socioespacial quanto a ocultação de grupos e práticas sociais que não se coadunam com os imperativos da sociedade consumista globalizada e com a lógica de controlo e higienização do espaço urbano e social. Para tal realizar-se-á um estudo de caso em duas realidades urbanas, centrado numa estratégia metodológica qualitativo-intensiva, sob a égide da pesquisa etnográfica como método principal. Os contextos de observação serão, em Portugal, a cidade do Porto e, no Brasil, Belo Horizonte. Ambos serão analisados a partir das zonas alvo de reabilitação urbana, com atenção a dois segmentos sociais particulares: sem-abrigo e trabalhadores ambulantes.
  • GUEDES, Inês Correia CV de GUEDES, Inês Correia
Formada em Psicologia pela FPCEUP, pré-especializou-se em Comportamentos Desviantes. Atualmente encontra-se a frequentar o Doutoramento em Sociologia no CES-UC . Interessa-se pelos seguintes temas: modos de vida urbanos, marginalidade, informalidade, (in)visibilidade social. Participou no Projecto AGIS em parceria com o GAT e o Centro de Ciências do Comportamento Desviante da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto. Atualmente trabalha com população em situação de exclusão social, nomeadamente, toxicodependentes, portadores de VIH-Sida e sem-abrigo. Iniciará durante este ano um Traineeship no EMCDDA, no departamento de IBS. Participou com comunicações nos seguintes congressos: XVII Seminário APEC, Congresso Internacional “Feminismo e Migração: Intervenção Social e Ação Política”.