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VII CONGRESSO PORTUGUÊS DE SOCIOLOGIA

PARA O VII CONGRESSO PORTUGUÊS DE SOCIOLOGIA

Ficha Técnica:

Organização e Edição:
Associação Portuguesa de Sociologia
Av. Prof. Aníbal de Bettencourt, 9
1600-189 Lisboa
Tel: 217804738 / Fax: 217940274 / E-mail: aps@aps.pt / http://www.aps.pt

Produção técnica:
Plug & Play
Rua José Augusto Coelho nº 117
2925-543 Azeitão
Tel: 210 854 236 / Fax: 210 854 236 / http://www.plugeplay.com

ISBN: 978-989-97981-0-6

Depósito legal: 281456/08

Requisitos Mínimos:
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©Associação Portuguesa de Sociologia – Lisboa, 2012

Associação Portuguesa de Sociologia

 

Como referenciar os textos desta edição

SOBRENOME DO AUTOR, Prenome(s) (2012). Título do texto. in Atas do VII Congresso Português de Sociologia, Lisboa: APS. ISBN: 978-989-97981-0-6. Disponível em http://www.aps.pt/vii_congresso/?area=016&lg=pt. Acesso em: Dia mês (abreviado) ano.

Pesquisa:

Resultados da pesquisa por: «Educação Física»

PAP1195 - A EMERGÊNCIA DE UM NOVO CORPO: O CONTRIBUTO DA EDUCAÇÃO FÍSICA E DESPORTO
Resumo de PAP1195 - A EMERGÊNCIA DE UM NOVO CORPO: O CONTRIBUTO DA EDUCAÇÃO FÍSICA E DESPORTO PAP1195 - A EMERGÊNCIA DE UM NOVO CORPO: O CONTRIBUTO DA EDUCAÇÃO FÍSICA E DESPORTO
PAP1195 - A EMERGÊNCIA DE UM NOVO CORPO: O CONTRIBUTO DA EDUCAÇÃO FÍSICA E DESPORTO

Com esta comunicação pretendemos atingir os seguintes objectivos: 1 – Analisar o impacto que o discurso higienista teve na génese da Educação Física e Desporto; 2 – Discutir o papel que foi atribuído à Educação Física e Desporto no combate ao definhamento da raça. Métodos/resultados: para analisarmos o problema enunciado seguimos a análise do discurso seguindo a perspectiva de Michel Foucault. Do trabalho que realizámos verificámos que o discurso higienista trouxe uma nova racionalidade, servindo para fazer a fundamentação à protecção colectiva e individual. O exercício físico surgiu, com a higiene, legitimado pelo saber científico. Desde o século XVII que assistimos a um discurso que relaciona a importância do exercício com a conservação da saúde. A grande aspiração da higiene era governar, ultrapassando os parâmetros da fisiologia, querendo também abraçar a sociologia e a moral. A ignorância, a incúria, fomentavam o viver anti-higiénico. Face a esta realidade, considerou-se que a escola poderia servir de instrumento de mudança. O apelo feito pela higiene veio contribuir para dar relevância à educação física e ao desporto. As vítimas que a surménage provocava e os trabalhos que Mosso desenvolveu, vieram colocar a necessidade de as reformas cuidarem da saúde dos jovens. Os trabalhos de antropologia escolar apareceram para se tentar saber a correlação existente entre o desenvolvimento físico e o desenvolvimento da inteligência. Daí que a avaliação antropométrica dos alunos tivesse ganho tão elevado interesse. Como conclusão podemos dizer que a educação física e o desporto ganharam reconhecimento com o discurso higienista através do combate às doenças escolares. Foi num contexto de degenerescência da raça - como então se dizia - que se colocaram novas exigências à governação da população. Nesta viragem de mundividência, a população saudável passa a ser vista como uma riqueza. Para esta mundividência, foram muito importantes os contributos da política de saúde, da educação física e do desporto. Palavras-chave: saúde, corpo, educação física, desporto.
  • BRÁS, José Viegas CV de BRÁS, José Viegas
  • GONÇALVES, Maria Neves CV de GONÇALVES, Maria Neves
José Gregório Viegas Brás

Doutorado em História da Educação, pela Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação, Universidade de Lisboa (2006).
Mestre em Ciências da Educação, pela Faculdade de Motricidade de Humana, Universidade Técnica de Lisboa (1990).
Professor Associado na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (ULHT).
Coeditor da Revista Lusófona de Educação
Coeditor da revista electrónica Entretextos
Coordenador do Grupo de Investigação Memórias das Instituições Educativas e do Pensamento Pedagógico do Centro de Estudos e Intervenção em Educação e Formação (CeiEF) da ULHT.
Autor de diversas comunicações ( em eventos nacionais e estrangeiros).

Autor de diversos artigos publicados em livros, revistas nacionais e estrangeiras.
Maria Neves Leal Gonçalves
Professora Auxiliar na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (ULHT) em Lisboa. Doutora em História da Educação, pela Universidade de Évora. É coeditora da Revista Lusófona de Educação. E co-coordenadora do Grupo de Investigação Memórias das Instituições Educativas e do Pensamento Pedagógico do Centro de Estudos e Intervenção em Educação e Formação (CeiEF) da ULHT. Áreas de interesse: Republicanismo, laicização do ensino; História do Currículo; Professores e Associativismo Docente.

PAP1350 - A construção da Identidade Profissional no decurso do Estágio Profissional: Um estudo com estudantes-estagiários de Educação Física
Resumo de PAP1350 - A construção da Identidade Profissional no decurso do Estágio Profissional: Um estudo com estudantes-estagiários de Educação Física PAP1350 - A construção da Identidade Profissional no decurso do Estágio Profissional: Um estudo com estudantes-estagiários de Educação Física
PAP1350 - A construção da Identidade Profissional no decurso do Estágio Profissional: Um estudo com estudantes-estagiários de Educação Física

O estágio profissional, no âmbito da formação de professores, é entendido como uma etapa fundamental no processo de construção da Identidade Profissional (IP). Deste modo, o propósito deste estudo foi percepcionar os traços da IP que emergem nos Estudantes-Estagiários (EE) durante o Estágio Profissional. Adicionalmente procurou-se identificar as características em que estes se distinguem enquanto professores e as características que os aproximam enquanto elementos de uma mesma classe, a de professores. Participaram neste estudo 12 EE (6 do sexo feminino e 6 do sexo masculino) da Faculdade de Desporto da Universidade do Porto (FADEUP), do ano letivo 2010/2011, pertencentes a 4 núcleos de estágio de escolas do Distrito do Porto. Para a recolha dos dados foram realizados 4 Focus Grupo com todos os EE subordinados às seguintes temáticas: i) partilha de experiências acerca do percurso formativo enquanto alunos; ii) construção do diário de bordo; iii) aprendizagens mais significativas em resultado da elaboração do diário de bordo; iv) conceções do que é ser professor e professor de educação física. As sessões foram gravadas em aúdio e transcritas verbatim. Na análise dos dados recorreu-se à análise temática com temas definidos a priori. Da análise efetuada ficou evidente que: i) a maioria dos EE refere que sempre quis seguir o curso de educação física, reconhecendo uma identidade distinta à sua faculdade, materializada em aspetos como a indumentária, a atitude e o vocabulário específico; ii) os EE descrevem aspetos positivos (conquista, vitória) e negativos (medo, receio) relacionados com o estágio. Os registos relacionam-se com a condução das aulas, sendo estas os elementos referidos como mais relevantes na construção da IP; iii) o registo no diário de bordo evoluiu para reflexões mais interpretativas e estratégicas, sendo que o foco que inicialmente era pedagógico, passou a incluir aspetos relacionais. Deu-se um alargamento da tipologia dos episódios relatados, por exemplo o desporto escolar e conselhos de turma, demonstrando uma maior consciencialização acerca da diversidade de papéis/funções do professor. O diário de bordo foi entendido como um veículo promotor da reflexão e da atribuição de significado às vivências na escola e aos episódios marcantes na construção da sua IP; iv) os EE referem que o professor não atua somente no espaço da sala de aula e que as suas responsabilidades transcendem o espaço da escola e o da su
  • FERREIRA, Ana CV de FERREIRA, Ana
  •  PEREIRA, Ana CV - Não disponível 
  •  GRAÇA, Amândio CV - Não disponível 
  •  BATISTA, Paula CV - Não disponível 
Ana Margarida Alves Ferreira

Mestre em Ensino da Educação Física nos Ensinos Básico eDoutoranda em Ciências do Desporto na Faculdade de Desporto da Universidade do Porto.Tema de investigação: construção da Identidade Profissional em professores de Educação Física.
Últimas publicações: Ferreira, A.; Pereira, A.; Silveira, G.; Batista, P. (2012). Discursos de professores cooperantes iniciantes e experientes acerca da função de orientação: um estudo com professores cooperantes da Faculdade de Desporto da Universidade do Porto. R. Min. Educ. Fís., Viçosa, Edição Especial, 1, 188-200.
Alves, M.; Pereira, A.; Graça, A.; Batista, P. (2012). Practicum as a space and time of transformation: self-narrative of a Physical Education pre-service teacher. US-China Education Review. [In Press]